Bissau acolhe a conferência internacional sobre direitos humanos na áfrica.
| Photo/DIM |
Decorre durante todo dia de hoje em Bissau a conferência internacional sobre direitos humanos na áfrica.
O colóquio tem como objectivo fazer um ponto de situação sobre a evolução dos Direitos Humanos no país, dentro do contexto sub-regional, juntou vários peritos e activistas dos direitos humanos do continente com vista a encontrar subsídios e ideias inovadoras para a promoção e protecção dos direitos humanos na Guiné-Bissau.
A presidir o acto de
abertura da referida conferência, Cipriano Cassama,
presidente da assembleia nacional popular, disse apesar da existência dos
dispositivos jurídicos ainda há variais mulheres que continuam a ser vítimas
caladas das violações, segundo o presidente da ANP,
o país continua a ser um dos estados da áfrica mais afectada por esta prática, Cassama, chamou ainda a atenção e a prevenção do
mundo quando se ponha em causa os direitos dos cidadãos, de acordo com o líder
de hemiciclo, o povo guineense necessita dos políticos o mais célere possível,
o fim da crise política para recuperarem a sua dignidade e concederem a protecção
para com os seus direitos.
Por seu turno, Agosto Mário Da Silva, presidente da Liga guineense
dos direitos humanos, lembrou que depois de 40 anos da independência nacional a
problemática dos direitos humanos prossegue longe das prioridades dos
sucessivos inquilinos do poder, fazendo da Guiné-Bissau parte integrante duma
lista restrita de países sem nenhum plano ou estratégia nacional publica de promoção
e respeito pelos direitos humanos.
Presente no encontro, Aliontini Tym, o director da amnistia internacional
para áfrica ocidental e central, assegurou que a conferência marca um momento
histórico por isso apelou o regresso a paz e fim do ciclo infernal que para ele
infantiliza só país.
A iniciativa
enquadra-se no âmbito da execução do projecto observatório dos Direitos assente
numa parceria entre a Liga Guineense dos Direitos Humanos (LGDH) e duas
instituições portuguesas, uma ONG, a ACEP, e um centro de investigação
universitário, o CESA.
V/Redacção
ASS:
Djibril Iero Mandjam
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